Drama

Marco Bellocchio De Punhos Cerrados I Pugni in Tasca 1965 [sonicalchemy][PTbr] Criterion Collectio

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Name:Marco Bellocchio De Punhos Cerrados I Pugni in Tasca 1965 [sonicalchemy][PTbr] Criterion Collectio

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CRITERION COLLECTION
Il film si rivela quindi una lucida espressione di sobbalzo e di disgusto che, come è stato più volte notato dalla critica, anticipa addirittura profeticamente gli umori della contestazione sessantottina.
Bellocchio va quindi a muso duro contro l'ignavia di una società autodistruttiva e incapace di riflettere sulla propria fatale inerzia. Ecco quindi che emerge il conflitto. Le tensioni svelano le crepe dei moduli comportamentali consolidati e parimenti mettono in luce l'obsolescenza delle pratiche formali del cinema del dopo-neorealismo.
Novità significa quindi anche rifiuto delle pratiche merceologiche del cinema e atteggiamento iconoclastico nei confronti delle senescenti tradizioni religiose, politiche e sociali.
Ma l'operazione di Bellocchio non è una brutale cancellazione, una rimozione di scorie inutili, viceversa si rivela un superamento per negazione che significa anche introiezione e rielaborazione. Ebbene si può dire che il cinema di Bellocchio sia un cinema di passaggio perché informato dal cambiamento, perché incapace di stabilirsi entro moduli espressivi e universi valoriali costanti e rassicuranti.
Questo passaggio è quindi connotato da una ricerca che si esprime nello svelamento delle patologiche perversioni della società contemporanea attraverso un complesso gioco dialettico tra finzione e realtà. Bugie, teatralità, narcisismo e simbolismo animano il film e contribuiscono ad ardere i ruderi di una società compassata in cui non si riesce più a riconoscersi.
L'azione si svolge in un microcosmo chiuso, labirintico, buio e claustrofobico che rinchiude i personaggi incapaci di relazionarsi con l'esterno, con l'alterità. Una casa abitata dalla morte, da una mancanza costitutiva, da fantasmi e da deliri che pervadono dal di dentro l'immagine e la realtà. Ecco il perché dell'insistenza sulle soglie: perché rappresentano la tensione verso l'esterno, verso un altro che non si riesce a raggiungere. Detto ciò si comprende più agilmente come il discorso sul passaggio abbia complesse sfaccettature tematiche e come esso abiti profondamente la dimensione costitutiva del film. Anche i confini tra i rapporti sono sempre poco chiari, sempre oscuri come se si fosse sempre al di qua e al di là della linea che segna la normalità.

Ma il vero passaggio non è lo scavalcamento della suddetta linea, bensì la presa di coscienza che essa esiste, che è connaturata all'essere e che la patologia risiede nella normalità dell'esistenza. La follia, in questo testo come in altri del regista piacentino, è indagata non come alternativa alla sanità mentale ma come una sua variante. Anzi la psicosi può essere una capacità interpretativa che porta allo svelamento di verità profonde e non razionalizzabili. C'è da dire però che essa può essere anche fatale e distruttrice sia in termini concreti sia in termini di paradosso allegorico. L'angoscia e la pazzia, dunque, vanno di pari passo perché abilitano a una nuova visione del mondo: una prospettiva crudele mortifera ma allo stesso tempo sovversiva e rivelatrice.
Sotto questa luce vanno quindi viste tutte le tragedie narrate nel film, come folli superamenti e lucide palingenesi. Assistiamo cioè all'emergere di una ferinità che dialoga con l'inconscio, di una malattia che, come dice Sandro Bernardi, "consente di superare tutte le censure". Il gesto insensato sembra quindi l'unico gesto catartico in grado di far emergere la verità in un nucleo familiare in cui regna sovrana la menzogna. Procedere significa quindi introiettare l'annullamento -sia del fisico che della razionalità- per operare un drammatico superamento delle vetuste istituzioni attraverso un procedimento dialettico. Non si tratta quindi di un procedimento lineare, come non è lineare nemmeno la scritture filmica di Bellocchio, caratterizzata da alternanza tra stabilità e instabilità proprio come il comportamento di Ale, terribile metafora dell'inettitudine, della solitudine e della prigionia dell'uomo contemporaneo. Ecco quindi che si schiude la strada al passaggio: un passaggio verso nuove prospettive, nuovi modelli, nuovi rapporti, nuovi passaggi.
I pugni in tasca
Regia: Marco Bellocchio
Sceneggiatura: Marco Bellocchio
Fotografia: Alberto Marrama
Scenografia: Rosa Scala
Costumi: Gisella Longo
Musica: Ennio Morricone
Montaggio: Aurelio Mangiarotti
(Italia, 1965) Durata: 107'
Prodotto da: Enzo Doria
PERSONAGGI E INTERPRETI
Ale: Lou Castel; Giulia: Paola Pitagora; Augusto: Marino Masè;
La madre: Liliana Gerace; Leone: Pierluigi Troglio

Sinopse • Religião, família, pátria e propriedade são temas discutidos no filme. Uma violenta crítica á família e á burguesia. Uma mãe de quatro filhos não consegue educá-los, nem administrar a casa. Um dos filhos é epilético, agindo de forma sádica e destrutiva. A filha aparentemente normal, age de maneira infantil e possui um sentimento mórbido em relação ao irmão alessandro. Um retrato do desespero de uma geração frustada. marco belocchio, que com este filme de estréia, influênciou o cinema novo mundial, é um dos raros diretores italianos em atividade a se dedicar a entrechos sócio-políticos, como no recente bom dia, noite (2003)
• Se pensarmos numa gradação, De punhos cerrados é o extremo mais sofrido no qual o molde da família burguesa é violentamente questionado. Nele (como em boa parte da produção dos anos 60), o tema da liberdade não deixa de vir à mente – mas, não existe ali nenhum espaço para ela, nem mesmo metaforicamente. Lifting de Corazón é o outro extremo: tudo parece ter remediação, até mesmo os sinais físicos do tempo. O que ele traz da nossa atualidade é a busca pelo prazer como nova chave de libertação. Como vivemos numa sociedade mais livre para o consumo e para certos prazeres essa liberdade acaba nos impondo mais opções e, consequentemente, uma maior necessidade de escolha. Já Julio César, personagem de Chicha tu Madre, se encontra no caminho do meio. Sua classe social, a manutenção diária da subsistência da sua família, parecem retirar o que a vida poderia ter de encanto. A opressão material se interpõe a realização dos desejos. Nos três casos, a família se torna um problema porque limita a força de ação do indivíduo.

• O mais marcante deles com certeza é o primeiro longa-metragem de Marco Bellocchio, um dos títulos que integra a retrospectiva Cinema Político Italiano Anos 60 e 70. O cenário é uma casa no interior da Itália e uma família totalmente desestabilizada. Um irmão mais velho – o “homem sóbrio” da casa – toma conta de um irmão torturado pela loucura, uma irmã que alimenta uma relação quase incestuosa em relação a eles dois, um irmão epiléptico e uma mãe cega. A comunicação entre eles é quase inviável, tamanha a angústia e a tensão que envolvem este ambiente familiar. Corpos arqueados, gritos, reações violentas, brigas, tudo isso fica mais assustador com um ambiente sufocante e sufocado por objetos pesados, uma mobília excessiva, coisas velhas guardadas. A decadência do ambiente junto à loucura de toda família nos mostra a opressão na sua forma mais violenta, aquela que invade os corpos, impede a formulação de qualquer projeto ou tentativa de cura. Só existe o tédio, a reprodução constante do trauma e quase nenhuma possibilidade de sublimação.

O único que vislumbra alguma forma de mudança é Alessandro e talvez não seja por acaso que o filme lhe dedica mais atenção. O que ele almeja é acabar com a fonte de opressão e a morte será o caminho para isso. No seu percurso tortuoso de libertação, Alessandro extrapola os limites, mas não sentimos necessidade de julgá-lo. Antes de tudo o que fica é a negação absoluta da liberdade, a opressão na sua forma bruta e totalmente indestrutível. Não existe consciência de nada, somente reações daqueles que se sentem oprimidos mas que exercem a opressão com força ainda maior. No retrato do desespero, a família é a fonte primária de opressão e a linguagem cinematográfica é o seu veículo. De Punhos Cerrados causa fortíssimo impacto.


• Informações Técnicas
Título no Brasil: De Punhos Cerrados
Título Original: I Pugni In Tasca
País de Origem: Itália
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento: 1965
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.: Continental
Direção: Marco Beollocchio

• Elenco
Lou Castel ... Alessandro
Paola Pitagora ... Giulia
Marino Masé ... Augusto
Liliana Gerace ... Mother
Stefania Troglio ... Chambermaid
Jeannie McNeil ... Lucia
Mauro Martini ... The boy
Gianni Schicchi ... Tonino
Alfredo Filippazzi ... Doctor
Gianfranco Cella ... Young man at the party
Celestina Bellocchio ... Young Woman at Party
Pier Luigi Troglio ... Leone
Irene Agnelli ... Bruna
Sandra Bergamini
Lella Bertante

Xvid Avi Widescreen
Fps 23.976
Xvid
bitrate 1000
avi
704x384
128 kbps Mp3
887mb
sample rate 48 khz

http://www.imdb.com/title/tt0059619/

Coopere, deixe semeando ao menos duas vezes o tamanho do arquivo que baixar

Apreciem!!

®sonicalchemy®

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